Sonho Alterosa é uma investigação cênico-científica-performa tiva-transviada-bizarra borrada pelo tensionamento que emerge do encontro de dois universos: a ambiência dos contos de fada e a resistência da bicha efeminada. O projeto teve início em junho de 2013 como parte integrante da pesquisa de doutorado do artista pesquisador Caio Riscado.
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domingo, 27 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Memória #1 - Não tinha como não lembrar
E como eu poderia não estar feliz?
Toda toda, cheia de roupa
Voltando da Disney
Num hotel cafona de Orlando.
Toda toda, cheia de roupa
Voltando da Disney
Num hotel cafona de Orlando.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
aproveitou o ônibus lotado para roçar o pau no meu ombro. foi bom.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Lab.
Hoje, durante o laboratório para o projeto #sonhoalterosa, discutimos casos recentes de homofobia e refletimos sobre possíveis estratégias de como abordar esses casos em arte, por exemplo, na elaboração de uma performance. Tendo o caso do sujeito que levou facadas do seu vizinho, no corredor do seu prédio, antes de entrar na sua própria casa, pensei:
a) focar a questão na ideia do vizinho ou "vizinhança", buscando acessar o outro através dessa memória de bairro, partilha ou convivência. Programa: fazer um texto explicando o ocorrido, tirar muitas cópias e distribuir pelos apartamentos. Após a explicação do fato, frases como: você conhece xs seus vizinhxs? e se fossem seus filhxs? vc se sente segurx na sua casa? o que é mais importante: pra onde vc direciona o seu desejo ou se vc paga o condomínio? No fim, achei meio corrente da paz.
b) pegar uma imagem do vídeo que rodou por aqui do exato momento da agressão. Ampliar essa imagem, fazer muitas cópias e distribuí-las pelos apartamentos. Depois da imagem, frases como: verifique se o seu corredor ainda está no lugar; vai jogar o lixo fora? está com seu colete a prova de balas ou sua armadura de ferro? vai ao mercado? não esqueceu de avisar os seus seguranças? tem certeza que precisa ir na rua? cuidado! Achei bem humorada, mas não gostaria de colaborar com a propagação dessa horrorosa imagem de violência pelo mundo.
sei lá, sobre esse caso específico, alguém tem uma ideia?
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