18:14
Dá um nó no tempo. O corpo confundi e a cabeça inventa. Acordei fazendo planos tão bestas quanto a minha cara lhe pedindo um beijo. O álcool intensifica o processo e as questões não amadurecem. Acordei querendo gritar umas coisas, chorar uns livros. Tudo sujeira. Tudo deserto. Tudo certo. Sou pedra pouco lapidada, acordei sentindo sua falta. Uma falta criada, um vazio ficcional.
18:38
E podia ter mais. Mas eu não sei fazer poesia com vento forte. Bom sábado.
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